No caso de Moscas:
Manter alimentos guardados em recipientes fechados. Recolher restos de alimentos, fezes de animais e qualquer outro tipo de lixo em recipientes adequados, e depositá-los em locais destinados para o efeito. Limpar diariamente os locais de refeição e preparação de alimentos. Colocar redes mosqueteiras em janelas, portas e instalar cortinas de vento. Desobstruir valas e escoamentos que retenham resíduos orgânicos, e sirvam de atractivo para a proliferação de moscas.
No caso de Mosquitos:
Evitar água parada, e sempre que possível, esvaziar e escovar as paredes internas de recipientes que armazenam água. Manter totalmente fechadas cisternas, caixas de água e reservatórios. Não acumular latas, pneus e garrafas, e armazenar de modo a não reter água. Limpar periodicamente calhas de telhados, marquises e cozinhas, não permitindo a acumulação de água. Utilizar quinzenalmente desinfectantes nos ralos internos e externos dos edifícios e instalações. Drenar terrenos onde ocorra formação de poças de água, e encher com areia ou pó de pedra poços desactivados ou depressões nos terrenos. Manter fossas sépticas em perfeito estado de conservação e funcionamento. Não despejar lixo em valas, valetas, margens e riachos, mantendo-os desobstruídos. Manter permanentemente secos caves e garagens. Não cultivar plantas aquáticas dentro das habitações ou instalações de qualquer tipo, que se encontrem desprotegidos.
No caso de Formigas:
Recolher restos de alimentos e qualquer outro tipo de lixo em recipientes adequados, e mantê-los bem fechados. Vedar frestas de pisos, azulejos, paredes e outros locais que ofereçam condições de abrigo para as formigas. Não acumular madeira de qualquer tipo em locais húmidos. Observar e eliminar a presença de formigueiros em vasos de plantas e jardins. Excluir a prática de fazer pequenos lanches na mesa de trabalho, protegendo os teclados dos computadores das migalhas.
No caso de Carraças e Pulgas:
Lavar e desinfectar com frequência os abrigos dos animais, e inspeccionar com alguma frequência os animais e os seus abrigos. Vedar frestas e buracos em pisos e paredes, principalmente quando localizados nos abrigos dos animais domésticos, não excluindo habitações ou outros edifícios. Manter aparada a vegetação de jardins e quintais, não permitindo o seu crescimento próximo das habitações. Controlar os parasitas dos animais domésticos com a orientação de um veterinário, ou aplicar banhos aos animais com parasitas, repetindo o tratamento 2 ou 3 vezes com intervalos de 2 semanas, em simultâneo com a limpeza e desinfecção das paredes e pisos dos abrigos dos animais e habitações.
No caso de Ácaros domésticos:
Arejar diariamente os quartos, expor ao sol e arejar colchões, edredões, mantas e almofadas, e lavar frequentemente a uma temperatura de 60°C. Aspirar regularmente colchões e tapetes com aspiradores munidos de filtros HEPA, e efectuar tratamentos preventivos com acaricidas. Utilizar coberturas anti-ácaros em poliuretano nos colchões, edredões e almofadas; Evitar a presença de animais domésticos dentro das habitações. Remover as alcatifas que habitualmente forram os pisos e colocar outro tipo de piso. Em relação a brinquedos e bonecos de peluche devem ser lavados semanalmente. Manter dentro das habitações uma atmosfera seca, com uma humidade relativa de 50 a 60 % e manter uma temperatura entre 18 e 20°C);
Estas medidas preventivas reduzem os sintomas clínicos e são o primeiro passo no tratamento de doentes alérgicos aos ácaro domésticoss. |